Sobre a liberdade de se sentir bem na própria pele

Tanto procuramos ser aceitos em todos os grupos pelos quais passamos que esquecemos do principal: nos aceitar. Você já aceitou ser a pessoa que habita sua pele? Já aceitou esse habitante com todos os seus defeitos e qualidades? Com todo o seu jeitinho peculiar de ser?

Ou você constantemente tenta vestir uma máscara para esconder o seu querido habitante, ou simplesmente tenta vestir uma pele que não lhe pertence? Quando estamos tranquilos na pele que habitamos, estamos tranquilos em todas as áreas da nossa vida. Aprendemos a cuidar de nós porque amamos quem somos, aprendemos a cuidar do nosso corpo porque o amamos e o aceitamos. Aprendemos a cuidar da nossa mente, pois entendemos que, estando ela saudável, todo o nosso corpo estará também.

Quando estamos confortáveis na pele que habitamos, descobrimos a beleza e a graça de sermos quem somos. Enfrentamos sem medo aqueles que se levantam contra nossa essência, não nos flagelamos por não agradar e muito menos por não sermos iguais a todos!

Essa liberdade nos dá a graça da autenticidade, que nos torna pessoas únicas, que nos faz perder o medo de expor as nossas intensidades. Essas intensidades que sempre tivemos medo de mostrar, medo de anunciar ao mundo: OLHA, EU SOU ASSIM! Quando nos sentimos bem, convidamos o nosso habitante para um pacto de amor: eu cuido de você e você cuida de mim, eu respeito você e você me respeita.

Todo o amor que damos a nós mesmos transborda para o próximo. Descobri, nesse processo intenso de aceitar o habitante da minha pele, que quanto mais conheço meu Criador, quanto mais o amo, mais me conheço e mais me amo. E, ao amar Aquele que me deu a vida, passo a me amar. E, ao me amar, sou finalmente capaz de exalar amor ao próximo. Pois como eu daria aquilo que não tinha nem para mim?

Aceite o habitante da tua pele e aproveite a liberdade que ele te proporciona!!


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Prazer, Grazi

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