E se as suas certezas não forem realmente suas?

A gente demora um tempão para se encontrar e, quando finalmente se encontra, parece que em alguns momentos nos perdemos de novo. Tem fases da vida em que, apesar da certeza que temos sobre quem somos, perdemos o propósito de ser quem somos. Nos perdemos no caminho e esquecemos do mais simples: apenas SER!

Sabemos que estávamos no caminho certo, mas é como se a memória falhasse aos poucos, a visão ficasse turva e esquecêssemos completamente para onde estávamos indo. Qual caminho deveríamos seguir? Como deveríamos, de fato, nos comportar?

A mente começa, então, a ser inundada por questionamentos e dúvidas: Quem descobrimos ser? Somos nós de fato? Nossas certezas e nossos valores correspondem àquilo em que realmente acreditamos? Nos questionamos se somos aquela “metamorfose ambulante” que muda de opinião a todo momento. Mas, se estamos em constante mudança, nossos valores e nossas certezas também mudam?

Talvez pareça loucura pensar em chutar esse balde que carrego com tanto cuidado, equilibrando para que a água não derrame pelas bordas. Mas a verdade é: eu deveria, de fato, carregar esse balde com tanto peso e cuidado?

E você, já se perguntou se quem você é, é de fato você? Se o que você acredita é o que você realmente sente, ou se estamos apenas vivendo sob a sombra daquilo que queremos ser, mas ainda não somos?


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Prazer, Grazi

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Por aqui, compartilho minhas melhores leituras, escrevo contos, crônicas e reflexões sobre esse mar de confusidades que é a vida. Sinta-se à vontade para navegar comigo por entre palavras, sentimentos e histórias.

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