
Abraço uma escuridão compulsória quando já não me encontro por aqui. Me despeço do sentido, mas pergunto a mim mesma: tem que haver sentido em palavras que são meros sentimentos de desabafo?
Eu já sou minha hater número um. Não preciso de mais ninguém dizendo que não faço sentido, que sou repetitiva e que não tenho conclusão. Eu sei disso tudo; afinal, isso aqui é uma eterna confusidades.
Eu me perco nas palavras quando quero falar bonito. Eu me perco nas palavras quando quero fazer sentido, porque, na real, eu não faço sentido nenhum. E acho que, talvez, esse seja o meu diferencial: não fazer sentido nenhum!
É me jogar nessa imensidão de palavras quando a angústia no meu peito é tanta, mas tanta, que já não consigo suportá-la sem descarregá-la em linhas soltas por esta página. Um blog que criei para não fazer sentido para ninguém, mas para ser o meu próprio depositório de aleatoriedades da vida.






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